• Ellen G. White

#80 As sete últimas pragas e os ímpios — 2 de 3


Às vezes santos anjos exercem poder destrutivo

Os juízos de Deus foram incitados contra Jericó. Ela era uma fortaleza. Mas o Capitão do exército do Senhor, em pessoa, veio do Céu para dirigir os exércitos celestiais num ataque à cidade. Anjos de Deus apoderaram-se dos sólidos muros e os derrubaram. — Testemunhos para a Igreja 3:264. {EF 243.1}


Sob a direção divina os anjos são todo-poderosos. Uma ocasião, em obediência à ordem de Cristo mataram numa noite cento e oitenta e cinco mil homens do exército assírio. — O Desejado de Todas as Nações, 700. {EF 243.2}


O mesmo anjo que viera dos paços reais para libertar a Pedro, fora o mensageiro da ira e juízo a Herodes. O anjo tocou em Pedro para o despertar do sono; foi com um contato diferente que ele feriu o ímpio rei, derribando seu orgulho e trazendo sobre ele o castigo do Todo-poderoso. Herodes morreu em grande angústia de espírito e corpo, sob o juízo retributivo de Deus. — Atos dos Apóstolos, 152. {EF 243.3}


Um único anjo destruiu todos os primogênitos dos egípcios, enchendo a Terra de pranto. Quando Davi ofendeu a Deus, por contar o povo, um anjo fez aquela terrível destruição pela qual seu pecado foi punido. O mesmo poder destruidor exercido pelos santos anjos quando Deus ordena, será exercido pelos maus quando Ele o permitir. Há agora forças preparadas, e que aguardam apenas o consentimento divino para espalharem a desolação por toda parte. — O Grande Conflito, 614. {EF 243.4}

As duas primeiras pragas

Quando Cristo cessar de interceder no santuário, será derramada a ira que, sem mistura, se ameaçara fazer cair sobre os que adoram a besta e sua imagem, e recebem o seu sinal. Apocalipse 14:9-10. As pragas que sobrevieram ao Egito quando Deus estava prestes a libertar Israel, eram de caráter semelhante aos juízos mais terríveis e extensos que devem cair sobre o mundo precisamente antes do libertamento final do povo de Deus. Diz o autor do Apocalipse, descrevendo esses tremendos flagelos: “Fez-se uma chaga má e maligna nos homens que tinham o sinal da besta e que adoravam a sua imagem.” O mar “se tornou em sangue como de um morto, e morreu no mar toda a alma vivente.” Apocalipse 16:2-3. — O Grande Conflito, 627-628. {EF 244.1}


As pragas estavam caindo sobre os habitantes da Terra. Alguns estavam acusando a Deus e amaldiçoando-O. Outros se precipitavam para o povo de Deus, e pediam que lhes ensinassem como poderiam escapar dos Seus juízos. Mas os santos nada tinham para eles. A última lágrima pelos pecadores tinha sido derramada; oferecida havia sido a última oração aflita; arrostado o último peso de cuidados pelos pecadores, e dada a última advertência. — Primeiros Escritos, 281. {EF 244.2}

A terceira praga

Vi que os quatro anjos segurariam os quatro ventos até que a obra de Jesus estivesse terminada no santuário, e então viriam as sete últimas pragas. Estas pragas enfureceram os ímpios contra os justos, pois pensavam que nós havíamos trazido os juízos divinos sobre eles, e que se pudessem livrar a Terra de nós, as pragas cessariam. Saiu um decreto para se matarem os santos, o que fez com que estes clamassem dia e noite por livramento. Este foi o tempo de angústia de Jacó. Então todos os santos clamaram com angústia de espírito, e alcançaram livramento pela voz de Deus. — Primeiros Escritos, 36-37. {EF 245.1}


E os rios e fontes das águas “se tornaram em sangue”. Terríveis como são estes castigos, a justiça de Deus é plenamente reivindicada. Declara o anjo de Deus: “Justo és Tu, ó Senhor, ... porque julgastes estas coisas. Visto como derramaram o sangue dos santos e dos profetas, também Tu lhes deste o sangue a beber; porque disto são merecedores.” Apocalipse 16:2-6. Condenando o povo de Deus à morte, são tão culpados do crime do derramamento de seu sangue como se este tivesse sido derramado por suas próprias mãos. — O Grande Conflito, 628. {EF 245.2}

A quarta praga

Na praga que se segue, é dado poder ao Sol para que “abrasasse os homens com fogo. E os homens foram abrasados com grandes calores”. Apocalipse 16:8-9. Os profetas assim descrevem a condição da Terra naquele tempo terrível: “E a Terra [está] triste; ... porque a colheita do campo pereceu.” “Todas as árvores do campo se secaram, e a alegria se secou entre os filhos dos homens.” “A semente apodreceu debaixo dos seus torrões, os celeiros foram assolados.” “Como geme o gado! as manadas de vacas estão confusas, porque não têm pasto: ... os rios se secaram, e o fogo consumiu os pastos do deserto.” Joel 1:10-12, 17-20. “Os cânticos do templo serão gritos de dor naquele dia, diz o Senhor Jeová; muitos serão os cadáveres; em todos os lugares serão lançados fora em silêncio.” Amós 8:3. {EF 245.3}


Estas pragas não são universais, ao contrário os habitantes da Terra seriam inteiramente exterminados. Contudo serão os mais terríveis flagelos que já foram conhecidos por mortais. — O Grande Conflito, 628-629. {EF 246.1}

A quinta praga

Com brados de triunfo, zombaria e imprecação, multidões de homens maus estão prestes a cair sobre a presa, quando, eis, um denso negror, mais intenso do que as trevas da noite, cai sobre a Terra. Então o arco-íris, resplandecendo com a glória do trono de Deus, atravessa os céus, e parece cercar cada um dos grupos em oração. As multidões iradas subitamente se detêm. Silenciam seus gritos de mofa. É esquecido o objeto de sua ira sanguinária. Com terríveis pressentimentos contemplam o símbolo da aliança de Deus, anelando pôr-se ao amparo de seu fulgor insuperável. ... {EF 246.2}


É à meia-noite que Deus manifesta o Seu poder para o livramento de Seu povo. O Sol aparece resplandecendo em sua força. Sinais e maravilhas se seguem em rápida sucessão. Os ímpios contemplam a cena com terror e espanto, enquanto os justos vêem com solene alegria os sinais de seu livramento. — O Grande Conflito, 635-636. {EF 246.3}

A lei de Deus aparece no céu

Aparece então de encontro ao céu uma mão segurando duas tábuas de pedra dobradas uma sobre a outra. Diz o profeta: “Os céus anunciarão a Sua justiça; pois Deus mesmo é o juiz.” Salmos 50:6. Aquela santa lei, a justiça de Deus, que por entre trovões e chamas foi do Sinai proclamada como guia da vida, revela-se agora aos homens como a regra do juízo. A mão abre as tábuas, e vêem-se os preceitos do decálogo, como que traçados com pena de fogo. As palavras são tão claras que todos a podem ler. Desperta-se a memória, varrem-se de todas as mentes as trevas da superstição e heresia, e os dez preceitos divinos, breves, compreensivos e autorizados, apresentam-se à vista de todos os habitantes da Terra. — O Grande Conflito, 639. {EF 247.1}

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